A Faculdade - Estrutura Acadêmica e Organizacional

Organograma
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Diretores

Diretor Geral
José Paixão de Souza
Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão
Djalma Rabelo Ricardo
Diretor de Integração
Jorge Montessi
Diretor de Planejamento
José Mariano Soares de Moraes
Diretor-Administrativo / Logística
Iomar Pinheiro Cangussu
Diretor-Administrativo / Infra-Estrutura
Ricardo Campelo
Diretor Administrativo/ Desenvolvimento Institucional
Newton Ferreira Oliveira
Diretor Financeiro
Ângelo Marciano Lopes
Coordenações e Áreas Acadêmicas
Assessoria Pedagógica - (mariajose@suprema.edu.br)
Maria José Amaral Ribeiro
Coord. Comissão Própria de Avaliação (CPA) - (cpa@suprema.edu.br)
Luciana Scapin
Coord. de Ensino Pesquisa e Extensão - (farmácia@suprema.edu.br)
Soraida Sozzi Miguel
Coord. Núcleo de Apoio ao Discente e ao Docente - NADD - (nadd@suprema.edu.br)
Luciana Scapin
Secretaria de Reg. e Controle Acadêmico - (secretaria@suprema.edu.br)
Gisele Duque Torres Gonçalves – Secretária Geral
Márcia Cristina Medeiros Brasil – Secretária Adjunta
Núcleo de Gestão Laboratorial
José Celso
Soraida Sozzi Miguel
Iomar Cangussu
Newton F. Oliveira
Diretrizes Pedagógicas
Diretrizes Pedagógicas devem representar orientações para o planejamento e condução das atividades institucionais-acadêmicas, de modo a definir direções que se imprimem aos projetos pedagógicos dos cursos, e oferecer condições para sua integração e efetivação no contexto institucional, com base em parâmetros bem definidos, os quais são referenciados, no caso desse PDI, pela missão da FCMS/JF , por suas finalidades e objetivos, pela norma legal e pelo contexto social, político, econômico e cultural.
As transformações sociais e o desenvolvimento científico-tecnológico acelerados, aliados à expansão das bases de conhecimento em todos os campos do saber, em particular na área da saúde, torna imperiosa a definição de orientações compatíveis com o estado de desenvolvimento dos conhecimentos e da realidade social. Devem contemplar a mudança de foco do processo ensino-aprendizagem, cuja ênfase vem se deslocando do predomínio da aquisição de conhecimentos para privilegiar a capacidade de aprender a aprender, realçada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a área da Saúde, que envolve o desenvolvimento das capacidades de integração e de crítica das informações e competências atuais, bem como de busca de novos conhecimentos e incorporação de novas tecnologias, desenvolvendo a habilidade de avaliá-las e selecionar, criticamente, as mais pertinentes.
Pretende-se, assim, centrar o processo educativo na construção/produção/apropriação dos conhecimentos técnico-científicos e socioculturais, em uma visão integradora e crítica da realidade e das condições de saúde da população, mediante modelos de ensino aprendizagem modernos e uso de apropriadas tecnologias. Uma perspectiva inovadora que traz, amalgamada, a aprendizagem de valores e a formação de atitudes para a mudança e para a atuação solidária, calcada em padrões éticos; que promova a formação do profissional generalista, com sólida base teórico científica e humana, preparando o profissional para enfrentar as rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições de exercício profissional, como preconizam as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação.
Ter-se-á as seguintes linhas diretrizes para a ação pedagógica da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora:
• Busca da qualidade e da excelência da formação, comprometida com os padrões hodiernos das transformações socioculturais e do desenvolvimento científico e tecnológico;
• Formação do profissional generalista, que subentende ampla e sólida base teórica, capacidade de análise do social e domínio dos procedimentos técnicos necessários ao exercício profissional;
• Valorização da dimensão sócio-política-cultural, desenvolvendo a capacidade de leitura crítica dos problemas de saúde e seus impactos locais, regionais e nacionais, que subsidiará a inserção do egresso no mundo do trabalho como sujeito partícipe de sua construção, assumindo, portanto, o exercício profissional na direção da resolução dos problemas da saúde e da cidadania referenciado por sólidos padrões éticos.
O caminhar na direção desse projeto supõe estabelecer um conjunto de princípios e procedimentos orientadores prioritários à ação, entre os quais cabe destacar:
• Interdisciplinaridade, entendida como esforço que busca a visão global, como superação do pensar simplificador e fragmentador da realidade, como forma de administrar a ótica pluralista das concepções de ensino, do saber e da prática.
• Articulação entre o ensino, a pesquisa e as atividades de extensão e de prestação de serviços à sociedade, em diferentes níveis de complexidade.
• Fornecimento de sólida formação geral, em estreita interação com os conhecimentos, competências e habilidades necessários à formação do profissional.
• Conhecimento e problematização das condições de saúde da população e de seus determinantes sociais, econômicos e culturais, em suas relações com o processo saúde doença e com a promoção da saúde em condições de vida saudáveis.
• Integração nos contextos reais de vida da comunidade, na rede de serviços e com profissionais de saúde em exercício, como espaços privilegiados do processo de ensino-aprendizagem, de forma contínua.
• Desenvolvimento da capacidade de aprender a aprender, que engloba o aprender a ser, aprender a fazer , aprender a viver juntos e aprender a conhecer , conforme caracterização das diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação na área da saúde.
• Diversificação dos contextos de ensino e dos cenários de prática profissional, que engloba diferentes modalidades de trabalho pedagógico e inserção do aluno em campos de prática com graus crescentes de complexidade.
• Desenvolvimento de mecanismos de integração entre os diferentes cursos e dos cursos com a rede básica de saúde.
• Desenvolvimento de modelos pedagógicos capazes de articular a competência científico-tecnológica e a relevância social.
• Estruturação de currículos flexíveis que, à diversidade de situações de ensino-aprendizagem, associem a possibilidade de construção própria dos caminhos de produção do conhecimento pelo estudante bem como a de crescimento autônomo.
• Utilização apropriada de tecnologias diversificadas.
Integração aos programas nacionais de saúde e associação com instituições nacionais e internacionais com ações na área da saúde e da educação em saúde.
Conselho Superior (CONSUPE)
Órgão colegiado e instância máxima da Administração, definindo-se, fundamentalmente, por seu caráter deliberativo sobre a política e as diretrizes para o ensino, a pesquisa e a extensão, e sobre as ações administrativas e acadêmicas, necessárias ao seu desenvolvimento.
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE)
Órgão especializado com funções de planejamento, assessoria e deliberação em assuntos de ensino, pesquisa e extensão.
Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão (DEPE)
Responsável pelo planejamento, assessoria e deliberação em assuntos de ensino, pesquisa e extensão.
Coordenação Acadêmica
Responsável pela execução, acompanhamento, e supervisão do projeto pedagógico de seu curso. Sua atuação está diretamente relacionada à qualidade do curso. As reclamações e/ou sugestões relacionadas ao curso devem ser encaminhadas ao representante de turma e este deve procurar a coordenação nos horários estipulados para o atendimento ao aluno.
Secretaria de Registro e Controle Acadêmico (SAR)
Órgão encarregado da documentação acadêmica da Faculdade. É responsável pela organização, controle e guarda da documentação dos alunos. Tem a função de estabelecer as práticas regulares e rotinas da FCMS/JF, de modo a imprimir uma estrutura racional e ágil à administração no que diz respeito à admissão, registro e controle acadêmico. Tem também a função de orientar os alunos sobre os procedimentos operacionais dessa administração, informando sobre os seus direitos e deveres, bem como ao corpo docente, observado o estabelecido pela legislação em vigor.
Colegiado de Curso
Cada curso da FCMS/JF conta com um colegiado que tem a responsabilidade de coordenar, acompanhar e avaliar o projeto pedagógico, articulando atividades, planos, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do respectivo curso.
Núcleo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - NDCT
É um órgão ligado à Direção de Ensino, Pesquisa e Extensão – DEPE- destinado a regulamentação, acompanhamento e desenvolvimento de todos os projetos elaborados pelo corpo docente, com o auxílio dos alunos, envolvendo práticas investigativas, atividades de iniciação científica, pesquisa e extensão. A este Núcleo está agregado o Comitê de Ética em Pesquisa.
C.E.P - COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA
Histórico
A FCMS/JF, com o propósito de atuar no campo da Pesquisa, da Extensão e da Prática Investigativa, além do Ensino, instituiu o Núcleo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – NDCT. Trata-se de um órgão ligado à Direção de Ensino, Pesquisa e Extensão – DEPE, destinado à regulamentação, acompanhamento e desenvolvimento de todos os projetos elaborados pelo Corpo Docente e/ou Pesquisadores, com o auxílio dos alunos, desenvolvendo práticas investigativas e atividades de iniciação científica, tendo como base as linhas de pesquisa implantadas na Instituição.
Para que as ações previstas pelo NDCT pudessem ser implementadas, foi necessária a criação do Comitê de Ética em Pesquisa. Assim, reuniu-se uma equipe, composta de profissionais de diversas áreas do conhecimento e representantes de usuários de nossa comunidade, para a criação do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – CEP/FCMS-JF.
Com o objetivo de cumprir com as exigências legais e com os princípios de cidadania, de ética e de humanismo, em 17 de julho de 2005 foi encaminhada à Comissão Nacional de ética em Pesquisa – CONEP documentação solicitando registro do Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora.
Após vários contatos e encaminhamento de documentação, o CEP/FCMS-JF foi registrado na CONEP/CNS/MS em 16 de maio de 2006, ficando a partir desta data instituído.
Núcleo de Apoio ao Discente - NADD
Visando a formação integral do cidadão ético e de seu desenvolvimento consciente e responsável e, por compreender a singularidade do trabalho na área da saúde, o NADD foi idealizado com o objetivo de proporcionar atendimento a seus alunos, pais ou responsáveis, diretores, coordenadores dos cursos, docentes e funcionários técnico-administrativos que estabeleçam relação direta ou indireta com os alunos, professores e coordenadores, funcionando como agente facilitador e integrador dessas relações, promovendo a adaptação, a integração e a satisfação dos alunos com a instituição, contribuindo, deste modo para a formação e para o exercício profissional.
A Comissão Própria de Avaliação
Constituição
Visando à melhoria da qualidade do ensino oferecido, a FCMS/JF instituiu o processo de Auto-Avaliação Institucional, em 2004, apoiada em critérios de transparência, representatividade e legitimidade. Para isso, busca-se acompanhar o andamento das atividades realizadas internamente e as repercussões destas na comunidade regional.
A Comissão Própria de Avaliação da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – CPA/FCMSJF, foi instituída pela Portaria nº 002/2004 de 09/06/2004, em conformidade com a Lei Nº 10.861/2004 (SINAES).
A Comissão Própria de Avaliação da FCMS/JF é assim constituída:
Nome |
Segmento |
Titulação |
|
Luciana Scapim - Coordenadora |
Docente |
Mestre |
Soraida Sozzi Miguel |
Docente |
Mestre |
Jorge Montessi |
Docente |
Doutor |
Analice Alves Almeida de Oliveira |
Técnico-administrativo |
Especialista |
Max Alessandrini Neves Dias |
Discente |
Superior incompleto |
Vanessa S. T. Rosa |
Discente |
Superior incompleto |
Luciana Miranda Marcon |
Discente |
Superior incompleto |
Patrícia Teixeira Oliveira |
Discente |
Superior incompleto |
Eliana Custódio |
Representante da
comunidade externa |
Especialista |
Lígia Maria Mendonça |
Representante da
comunidade externa |
Especialista |
Objetivos da Comissão Própria de Avaliação da FCMS/JF
Objetivo geral
Consolidar o processo de Avaliação Interna Institucional na Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora, como efetivo instrumento de gestão.
Objetivos específicos
• Manter na pauta das discussões a redefinição constante dos critérios de avaliação, considerando para tanto a missão da FCMS/JF, as oportunidades e as necessidades prioritárias da sociedade;
• Estender a auto-avaliação institucional, com levantamento periódico do nível de satisfação de alunos e professores, em relação ao ensino, gestão e setores de apoio, para todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão;
1. Ajustar os instrumentos de coleta entre o público interno atualmente em uso com a introdução sistemática de inovações quanto ao formato e conteúdo, evitando, no entretanto, a perda da visão histórica dos dados;
2. Estimular a implantação de outros mecanismos de avaliação entre o público interno, diversificando os procedimentos;
3. Ampliar a avaliação feita por pares externos;
4. Subsidiar o setor de processamento de dados, na seleção, organização e disponibilização de dados internos;
5. Viabilizar análises comparativas entre resultados de avaliação internos e externos;
6. Incentivar pesquisadores da Instituição para uso e análise dos dados da avaliação;
7. Subsidiar, com informações, o Núcleo de Apoio Pedagógico, no aprimoramento do exercício docente e nas condições de aprendizagens dos discentes.
Caracterização da avaliação
Em consonância com o Roteiro básico do processo de avaliação institucional: unidades de avaliação e elementos para a constituição de indicadores (BRASIL/MEC/INEP/SINAES, 2O04: 116-123) a característica primordial do processo de auto-avaliação da FCMS é o desenvolvimento de uma avaliação qualitativa dos seguintes indicadores:
1. Missão
2. Corpo de professores/pesquisadores
3. Corpo discente
4. Corpo técnico-administrativo
5. Currículos e programas
6. Produção acadêmico-científica
7. Atividades de extensão e ações de intervenção social
8. Infra-estrutura
9. Gestão
Também fazem parte da caracterização desse processo de auto-avaliação os dados quantitativos produzidos e disponibilizados nos sistemas de informação dos órgãos oficiais, especialmente os obtidos pelo Censo e pelo cadastro. Portanto a avaliação qualitativa dos indicadores pode ser complementada com os dados quantitativos.
Sendo assim, o processo de auto-avaliação qualitativa pode ser usado para aprofundar os resultados obtidos através da abordagem quantitativa. A união entre os dados quantitativos e a interpretação e análise desses dados terá como resultado um fortalecimento da auto-avaliação institucional.
Contato: cpa@suprema.edu.br
Objetivos da Faculdade / Perfil do Egresso
A Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora (FCMS/JF) define como objetivos:
• Formar profissionais para a área da saúde com alta qualificação científica e tecnológica, aptos a atender às demandas nacionais eregionais, pautados em valores humanísticos e comprometidos com a ética, com a cidadania e com a promoção da saúde integral do ser humano;
• Promover o desenvolvimento da pesquisa, de atividades investigativas e de extensão como componentes do processo de formação de profissionais;
• Estimular atividades de pesquisa e desenvolvimento que conduzam a inovações tecnológicas na área da saúde, viabilizando sua utilização por diferentes grupos e segmentos sociais;
• Estimular a capacidade criativa, o desenvolvimento científico e o pensamento reflexivo por Incorporar, como material de análise, conhecimentos sobre a rede de saúde local e regional, interpretá-los e responder às demandas dessa rede por meio da disseminação de informações e orientações aos serviços e à população;
• Criar nos alunos, desde o início do curso, uma postura investigativa diante da realidade sócio-cultural, a valorização e capacidade de trabalho em equipe multidisciplinar e de buscar soluções inovadoras para as questões da área de saúde;
• Criar uma cultura de formação continuada no corpo docente, discente e técnico-administrativo no que concerne à atualização permanente de conhecimentos e novas tecnologias;
• Instrumentalizar o aluno para a atualização sistemática de conhecimentos com vistas condições impostas pelo avanço da ciência e da técnica e transformações das sociedades;
• Instrumentalizar o aluno para desenvolver formas de abordagem originais para questões contemporâneas da saúde e buscar soluções para problemas de sua área de atuação;
• Contribuir para a melhoria e desenvolvimento das condições de saúde e da qualidade de vida da população e elevação da qualidade dos recursos humanos na área da saúde.meio da ação integrada entre ensino, pesquisa e extensão;
Formar profissionais capazes de compreender a sociedade contemporânea em suas múltiplas dimensões e manifestações e dominar seus códigos e linguagens;
• Formar profissionais empreendedores, capazes de propor soluções inovadoras para os problemas da sociedade contemporânea relacionados às questões da saúde, esporte e lazer;
• Produzir conhecimentos necessários à solução de problemas identificados em diferentes áreas e níveis de abrangência do campo da saúde e divulgar para os serviços de atenção básica;
• Incorporar, como material de análise, conhecimentos sobre a rede de saúde local e regional, interpretá-los e responder às demandas dessa rede por meio da disseminação de informações e orientações aos serviços e à população;
• Criar nos alunos, desde o início do curso, uma postura investigativa diante da realidade sócio-cultural, a valorização e capacidade de trabalho em equipe multidisciplinar e de buscar soluções inovadoras para as questões da área de saúde;
• Criar uma cultura de formação continuada no corpo docente, discente e técnico-administrativo no que concerne à atualização permanente de conhecimentos e novas tecnologias;
• Instrumentalizar o aluno para a atualização sistemática de conhecimentos com vistas condições impostas pelo avanço da ciência e da técnica e transformações das sociedades;
• Instrumentalizar o aluno para desenvolver formas de abordagem originais para questões contemporâneas da saúde e buscar soluções para problemas de sua área de atuação;
• Contribuir para a melhoria e desenvolvimento das condições de saúde e da qualidade de vida da população e elevação da qualidade dos recursos humanos na área da saúde.
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