Suprema discute mortalidade materna e infantil
O Programa Integrador recebeu no dia 24 de maio a enfermeira da Secretaria de Saúde Maria da Consolação Magalhães para uma palestra com o tema "Diagnóstico da mortalidade materna e infantil de Juiz de Fora".
Magalhães é membro da Comissão de Mortalidade Infantil e Materna, cuja proposta é conhecer as circunstâncias do óbito, acompanhar e monitorar óbitos, sensibilizar gestores e propor modificações nos serviços de saúde. "O índice de mortalidade materna e infantil em Juiz de Fora não é o ideal, mas estamos caminhando para isto. Nossa preocupação é identificar onde está o problema no atendimento daquela mãe ou daquele bebê que veio a óbito, já que 93% dos casos são evitáveis ou provavelmente evitáveis por intervenção do SUS", comenta Maria da Consolação, que já foi professora da Suprema.
Segundo ela, um alto índice de mortalidade infantil e materna reflete nas condições de vida da população e também na qualidade de assistência prestada pelo serviço de saúde: "Se a condição de vida daquela família é muito adversa, a criança vem a óbito. O adulto consegue suportar frio, fome, mas a criança recém-nascida é muito frágil", explica, "A grávida que dá entrada no posto de saúde está saudável. Se ela morre, muitas vezes o problema está na assistência pré-natal ou no parto", completa.
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