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Alzheimer: O que é, sintomas e causas da doença com o artigo do Hermes Pardini

Publicado em: 24/05/2022

A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade. A causa é desconhecida, mas acredita-se que seja geneticamente determinada. 

 

Não perca o artigo, publicado no blog do laboratório Hermes Pardini e disponibilizado pela Suprema/JF, e saiba tudo sobre a doença. 

 

 

Leia o artigo na íntegra: 

 

 

DOENÇA DE ALZHEIMER: O QUE É, SINTOMAS E TRATAMENTOS

 

Doença de Alzheimer ou Mal de Alzheimer, ficou conhecida erroneamente como “esclerose” ou “caduquice”.

 

A origem do nome Alzheimer, é uma homenagem ao psiquiatra alemão Aloysius Alzheimer, responsável por descrever a doença.

 

A gravidade da doença aumenta ao longo do tempo, sendo que a maioria dos portadores  de Alzheimer são idosos, com idade superior a 65 anos.

 

Apesar de não possuir cura, existe tratamento para o Alzheimer e é muito importante que  seja realizado corretamente.

 

Muitas pessoas já ouviram falar sobre a doença, a maioria não sabe realmente do que se trata, muito menos identificá-la na fase inicial e conhecer os cuidados e tratamentos necessários ao paciente da doença de Alzheimer.

 

Neste artigo você encontrará as seguintes informações:

 

  • o que é a doença de Alzheimer?;
  • quais são os fatores de risco para o Alzheimer?;
  • quais sintomas podem indicar Alzheimer?;
  • quais são os principais tratamentos para o Alzheimer?;
  • cuidados que uma pessoa com Alzheimer necessita;
  • conheça os testes laboratoriais para identificar Alzheimer.

 

Esperamos que ao final da leitura você já não tenha mais tantas dúvidas.

Vamos lá?

 

O que é a Doença de Alzheimer?

 

doença de Alzheimer é uma doença causada pela morte de células cerebrais. Ela se apresenta como demência ou perda de funções cognitivas como, memória, orientação, atenção e linguagem.

 

Segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), a estimativa é de que, no mundo, existam cerca de 35,6 milhões de pessoas com a doença de Alzheimer (DA).

 

No Brasil, é estimado que existam cerca de 1,2 milhão de casos, sendo que a maior parte deles ainda não foi diagnosticada.

 

Isso ocorre porque em muitos casos a doença é confundida como uma condição dos idosos, um declínio cognitivo relacionado à idade e assim a suspeita de Alzheimer é descartada.

 

O que poucas pessoas sabem é que a doença de Alzheimer pode começar décadas antes do surgimento de seus sintomas o que pode dificultar seu tratamento.

 

O Alzheimer é a doença que mais provoca quadros de demência, e é caracterizada por:

 

  • alterações audi-espaciais;
  • alterações de memória;
  • desorientação em relação ao tempo e ao espaço;
  • desorientação do raciocínio;
  • falta de concentração;
  • distúrbio de aprendizado;
  • impossibilidade de realização de tarefas complexas;
  • impossibilidade de julgamento;
  • afetação na linguagem e habilidades visuais-espaciais.

 

Essas alterações são associadas aos sintomas neuropsiquiátricos, ou seja, às mudanças no comportamento ou na personalidade.

 

Essa confusão faz com que a busca por orientação médica demore, o que tem como consequência o diagnóstico tardio, afetando diretamente no tratamento do paciente.

 

O diagnóstico precoce torna possível retardar o avanço da doença e ter maior controle sobre os sintomas, o que garantirá melhor qualidade de vida à pessoa com Alzheimer.

 

Alzheimer e demência são a mesma coisa?

 

É um conceito popular relacionar o estado de demência a loucura ou a doença de Alzheimer.

 

Por causa dessa confusão alguns diagnósticos são tardios ou alguns sintomas são ignorados o que, pode complicar o tratamento do paciente.

 

Por isso, é importante saber qual a definição correta para as duas palavras e assim acelerar o processo de diagnóstico e acabar com as dúvidas.

 

Diferente do que muitas pessoas acreditam, a Demência não é considerada uma doença e sim uma síndrome, que pode fazer parte dos sintomas de uma pessoa que tem Alzheimer.

 

Seus sintomas e características estão ligados a disfunções do sistema cognitivo, como a capacidade de lembrar, lentidão motora e comprometimento discreto da memória.

 

A demência muitas vezes também é confundida com o envelhecimento natural do ser humano, por isso é necessário um diagnóstico médico que comprove o estado do paciente.

 

É importante saber que a Demência pode se apresentar de diferentes formas inclusive na forma degenerativa como nos casos de Alzheimer, corpos de Lewy e o Acidente Vascular Cerebral (AVC).

 

Sendo assim, a doença de Alzheimer apresenta a forma mais grave de Demência, como perda progressiva de memória e habilidades.

 

Quando não diagnosticada nos primeiros estágios e tratada corretamente, ela pode causa complicações irreversíveis.   

 

Principais causas da doença de Alzheimer

 

De acordo com estudos da fundação Alzheimer’s Drugs Discovery Foundation (ADDF), existem vários estudos em desenvolvimento que buscam entender as principais causas da doença, o que se sabe é que muitos fatores contribuem para seu surgimento como:

 

  • proteínas danificadas (Amilóide e Tau);
  • genética (APOE);
  • falha de energia neural;
  • neuroinflamação e
  • doença vascular.

 

Por esse motivo muitos institutos de pesquisa e empresas farmacêuticas têm se concentrado em desenvolver tratamentos direcionados para as causas da doença, a origem do Alzheimer como você verá a seguir.

 

Placas de Amilóide

 

Placas de Amilóide é o acúmulo de proteínas no cérebro de um paciente de Alzheimer, causando perturbação nas suas funções mentais.

 

Muitas empresas têm feito estudos aplicados com placas de amilóide para desenvolver medicamentos e tratamentos para a remoção dessas proteínas do cérebro dos pacientes.

 

Tau  

 

Tau é uma proteína que se acumula dentro das células nervosas cérebro do paciente de Alzheimer ocasionando uma disfunção maciça seguido de morte celular.

 

A proteína Tau é uma característica única da doença de Alzheimer que deriva também outros distúrbios relacionados à doença.

 

Estando essas proteínas diretamente relacionadas à morte celular, seu estudo se torna uma grande avanço no tratamento da doença.  

 

APOE

 

Apolipoproteína (APOE) é o maior fator de risco para o início tardio da doença de Alzheimer.

 

A forma desse gene APOE4, é a que mais oferece riscos para idosos pois ela é capaz de aumentar em 20 vezes as chances de uma pessoa desenvolver Alzheimer antes dos 75 anos de idade.

 

Com isso, muitos cientistas têm desenvolvido medicamentos para modificar esse risco genético.  

 

Falha de energia neuronal

 

Todas as células do nosso corpo necessitam de energia para o seu funcionamento, o cérebro humano é um dos maiores consumidores de energia do corpo.

 

Na medida em que estamos envelhecendo, a tendência é que o consumo de energia do cérebro aumente apresentando cada vez menos eficiência de trabalho.

 

A falha de energia é um dos primeiros indícios encontrados no cérebro dos pacientes de Alzheimer.

 

Alguns medicamentos já estão sendo desenvolvidos para aprimorar a função das mitocôndrias e assim reduzir o consumo de energia.

 

Neuroinflamação

 

A doença de Alzheimer causa inflamação crônica no cérebro e pode causar a aceleração da neurodegeneração.

 

Maneiras de proteger o cérebro de lesões e inflamações, mantendo as respostas inflamatórias normais já estão sendo estudadas para combater as doenças neurodegenerativas.

 

Sistema vascular

 

Os danos causados nos vasos sanguíneos podem afetar diretamente a oxigenação do cérebro e o recebimento de outros nutrientes que são fundamentais para o seu bom funcionamento.

 

Sendo as células nervosas as mais vulneráveis, a busca por medicamentos que promovam o aumento do fluxo sanguíneo e melhore a saúde do sistema vascular podem prevenir o cérebro da disfunção celular nervosa, que é um grande agravante da Doença de Alzheimer.

 

Quais são os fatores de risco para o Alzheimer?

 

Dentre os fatores de risco responsáveis pelo Alzheimer, a idade ainda é o principal para o desenvolvimento deste tipo de demência.

 

Pessoas com idade igual ou maior a 65 anos possuem risco duplicado de desenvolver a doença a cada 5 anos.

 

Por exemplo: pessoas com 70 anos possuem o dobro de chances de desenvolver Alzheimer em relação às pessoas com 65 anos.

 

Algumas ações associadas ao estilo de vida também podem possuir ligações com a doença Alzheimer e são considerados fatores de risco, por alguns estudos.

 

Esses estudos apontam que, se eles forem controlados, podem retardar o aparecimento dos sintomas iniciais da Doença de Alzheimer. São eles:

 

  • hipertensão;
  • exposição ao alumínio;
  • diabetes;
  • obesidade;
  • abuso de álcool;
  • doenças da tireóide;
  • hipertensão arterial sistêmica;
  • tabagismo e
  • sedentarismo.

 

Outros fatores de risco para o Alzheimer, são:

 

Histórico familiar de Alzheimer

 

Pessoas que possuem familiares com Alzheimer estão propensos ao risco de desenvolver a doença futuramente. No entanto, isso não quer dizer que a doença seja hereditária.

 

Sexo feminino

 

Ainda não existe uma explicação clara para o fato de as mulheres desenvolverem mais casos de Alzheimer do que os homens.

 

Uma possível explicação seria a estimativa de vida das mulheres, que costuma ser maior que a dos homens e a ausência do hormônio estrogênio no período da menopausa.

 

Quais sintomas podem indicar Alzheimer?

 

De um ponto de vista clínico a doença se apresenta de forma lenta e em curto prazo.

 

As fases iniciais da doença estão ligadas ao esquecimento constante, o que se assemelha outras doenças que apresentam a síndrome de demência.

 

Com o passar do tempo, o comprometimento cognitivo passa a ser maior e se torna mais perceptível.

 

evolução dos sintomas da Doença de Alzheimer pode ser dividida em 4 estágios:

 

1. Fase pré-demência ou fase leve é caracteriza pela:

 

  • perda de memória recente;
  • dificuldade para encontrar palavras;
  • desorientação no tempo e no espaço;
  • dificuldade para tomar decisões;
  • perda de iniciativa e de motivação;
  • sinais de depressão;
  • agressividade;
  • redução do interesse por atividades e passatempos.

 

2. Comprometimento cognitivo leve

 

  • Esquecimento leve nas atividades diárias;
  • Dificuldade para lembrar de eventos e atividades;
  • Problemas para lembrar o nome de pessoas e coisas.

 

3. Demência precoce de estágio moderado ou fase moderada é caracterizada pela:

 

  • mudança de personalidade;
  • perda de insight;
  • perda de habilidades simples como o hábito de escovar os dentes;
  • não reconhecer pessoas em ambientes familiares;
  • dificuldade em ler, falar e entender as coisas com clareza;
  • confusão, agressividade ou desorientação;
  • inconsciente das limitações pessoais;
  • incapacidade ou grande dificuldade de realizar atividades do dia a dia;
  • lembrança de fatos passado;
  • perda da estabilidade sentimental e comportamental;
  • perda da confiança e segurança;
  • alucinações (ver pessoas, ouvir vozes de pessoas que não estão presentes).

 

4. Demência degenerativa ou fase grave é caracterizada pela:

 

  • maior desorientação e confusão;
  • completa dependência de cuidados;
  • complicações na saúde física devido a imobilidade;
  • incapacidade de registro de dados e muita dificuldade na recuperação de informações antigas como reconhecimento de parentes, amigos, locais conhecidos;
  • dificuldade para alimentar-se associada a prejuízos na deglutição;
  • dificuldade de entender o que se passa à sua volta;
  • dificuldade de orientar-se dentro de casa;
  • morte por infecções ou outras complicações como, por exemplo, doenças respiratórias.

 

Nessa fase, ainda pode haver incontinência urinária e fecal, intensificação de comportamento inadequado e incapacidade de locomoção.

 

Outros sintomas provocados pela Doença de Alzheimer

 

Segundo a ABRAz, os sinais que a doença provoca são:

 

  • dificuldade para manusear utensílios, vestir-se, e desenvolver atividades que envolvam autocuidado;
  • alucinações visuais (ver o que não existe) ou auditivas (ouvir vozes) podem ocorrer, sendo mais frequentes da metade para o final do dia.
  • quadros paranóicos;
  • alteração do apetite com tendência a comer exageradamente ou ocorrer diminuição drástica da fome;
  • agitação noturna ou insônia com troca do dia pela noite.

 

É importante ficar atento, pois nem todas as pessoas com Alzheimer vão apresentar os mesmos sintomas.

 

Como a doença é progressiva, o quadro clínico do paciente com DA sofre modificações, ou seja, há o aparecimento de novos sintomas ou o agravamento dos já existentes.

 

Complicações e agravantes da Doença de Alzheimer

 

Com o progresso da Doença de Alzheimer podem ocorrer perturbações nas atividades motoras do corpo, deixando o paciente impossibilitado de andar.

 

Essas complicações podem levar a vítima a dependência total de cuidados dos familiares.

 

A morte geralmente ocorre por problemas relacionados a falta de mobilidade do paciente ou doenças como Pneumonia ou Embolia Pulmonar.

 

Quais são os tratamentos para o Alzheimer?

 

Como já sabemos, não existe cura para a doença de Alzheimer.

 

Contudo, as pesquisas científicas progridem na compreensão dos mecanismos responsáveis pela enfermidade e no desenvolvimento de medicamentos para o tratamento, o que garante uma sobrevida maior e uma qualidade de vida melhor, mesmo na fase grave da doença.

 

principal objetivo dos tratamentos para a doença de Alzheimer é aliviar os sintomas existentes, fazendo com que as pessoas consigam se manter independentes nas atividades da vida diária por mais tempo.

 

Os tratamentos indicados podem ser divididos em farmacológico e não farmacológico.

 

Tratamento farmacológico

 

Uma das formas de tratar a doença de Alzheimer é utilizando medicamentos que inibam a degradação da acetilcolina.

 

Trata-se de uma substância presente no cérebro,que se encontra reduzida em pacientes com a doença. Acredita-se que, por isso, provoque parte dos sintomas.

 

Os inibidores da acetilcolinesterase ou anticolinesterásicos atuam na acetilcolina e são os medicamentos aprovados para uso no Brasil nos casos de demências leve e moderada.

 

As medicações específicas e controladas podem ser indicadas para o tratamento de sintomas comportamentais e psicológicos, como:

 

  • agitação;
  • agressividade;
  • alterações do sono;
  • depressão;
  • ansiedade;
  • apatia;
  • delírios e alucinações.

 

É importante que as doses e os horários das medicações prescritas pelo médico especialista sejam seguidas corretamente.

 

Alterações ou reações não esperadas precisam ser comunicadas para que o médico indique os ajustes necessários.

 

Tratamento não farmacológico

 

De acordo com dados apresentados pela ABRAz, existem evidências científicas sobre o benefício das atividades de estimulação cognitiva, social e física para a manutenção e preservação de habilidades que favoreçam a funcionalidade.

 

Dessa forma, treinar funções cognitivas como atenção, memória, linguagem e orientação, são essenciais para as pessoas com Alzheimer.

 

Isso porque, os indivíduos que utilizam o cérebro de maneira mais ampla e frequente, desenvolvem maior segurança ao praticar algumas atividades.

 

Mas é muito importante que a seleção, frequência e distribuição das tarefas sejam criteriosas e orientadas por médicos especialistas.

 

O intuito dos tratamentos não farmacológicos é fazer com que a pessoa consiga desenvolver atividades diárias mesmo com os sintomas do Alzheimer.

 

Cuidados que uma pessoa com Alzheimer necessita

 

As pessoas com a doença de Alzheimer apresentam muitas reações emocionais negativas nos estágios iniciais, assim como dificuldade de adaptação às mudanças, causando desmotivação.

 

Por isso, quem convive com essas pessoas precisa considerar essas questões para motivá-las a desenvolver atividades e encontros sociais.

 

Nas fases mais avançadas do alzheimer, os sintomas ficam mais evidentes e interferem muito mais na autonomia do indivíduo.

 

A partir desse momento a pessoa começa a exigir uma maior atenção e monitoramento constante para evitar situações de risco.

 

Além de cuidados específicos, pode ser necessário a presença de profissionais capacitados e tratamentos que minimizem as dificuldades em desenvolver atividades diárias, como locomoção, motricidade, deglutição, comunicação e nutrição.

 

Cada fase do alzheimer necessita de acompanhamento especializado, onde os profissionais ajudam o paciente a minimizar os problemas causados pela doença. Por isso, sempre opte por procurar ajuda médica.

 

Conheça os testes laboratoriais para identificar Alzheimer

 

Existem testes laboratoriais e análises clínicas  que ajudam no diagnóstico da doença de Alzheimer.

 

Separamos as principais informações sobre os exames e onde você pode realizá-los.

 

Biomarcadores na Doença de Alzheimer: Liquor [LIQ]

 

Os valores em conjunto da proteína beta amilóide e proteína tau permitem diferenciar a doença de Alzheimer de outras doenças patológicas.

 

exame no líquor (LCR) mostra aumento dos teores de proteína tau presente no interior dos neurônios.

 

Estudo genético da Apolipoproteína E [APOE-G]

 

Apolipoproteína E possui um papel importante na regulação dos níveis lipídicos e no reparo neuronal.

 

Esse exame é realizado a partir de uma amostra de sangue e é indicado para casos com suspeita clínica de Alzheimer em pacientes com predisposição ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

 

Doença de Alzheimer familiar, teste genético [PSEN]

 

Em cerca de 5% dos casos da doença têm sido identificadas diferenças genéticas. A maior parte dos casos de Alzheimer familiar é atribuído à mutação de três genes (APP, PSEN1 e PSEN2).

 

Esses genes interferem na produção do peptídeo amilode-β, componente principal das placas senis, uma característica importante do Alzheimer.

 

O teste genético serve para identificar essas mutações que resultam em um aumento na produção e acúmulo de A????, gerando uma série de eventos moleculares resultantes de  processos neurodegenerativos.

 

Onde eu posso realizar os testes laboratoriais para identificar o Alzheimer?

 

Há diversos laboratórios de análises clínicas que prestam esse serviço.

 

A depender do lugar, as pessoas podem fazer a coleta do material sanguíneo por ordem de chegada ou agendar um horário por telefone ou pessoalmente.

 

Já para a realização do exame de coleta de líquor é necessário um pré-agendamento, pois se trata de um procedimento onde a retirada do material é feita por meio da punção lombar.

 

O Hermes Pardini, por exemplo, oferece o teste de biomarcadores na Doença de Alzheimer, o estudo genético da Apolipoproteína E e o teste genético [PSEN].

 

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Fonte: https://www.hermespardini.com.br/blog/?p=719​


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