Estudantes da SUPREMA participam do Desafio dos Acadêmicos no 80º Congresso Brasileiro de Cardiologia
Um trio de estudantes do curso de Medicina da SUPREMA de Juiz de Fora representou a instituição no Desafio dos Acadêmicos, realizado durante o 80º Congresso Brasileiro de Cardiologia, entre 18 e 20 de setembro de 2025, em São Paulo. O congresso é promovido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
Os acadêmicos Igor Pimentel Nogueira, diretor da Liga Acadêmica de Cardiologia da SUPREMA, Ana Paula Alves de Arruda e Mariana Rehfeld de Andrade foram acompanhados pela Dra. Marselha Barral, professora da faculdade.
O desafio
A competição consistiu em um jogo de perguntas e respostas que exigiu dos estudantes conhecimento aprofundado em cardiologia e áreas correlatas, estratégia e controle emocional. As equipes deveriam escolher o nível de dificuldade das perguntas, sabendo que acertos garantiam mais pontos e erros implicavam em perdas.
Segundo a Dra. Marselha, o convite surgiu por sua atuação junto à Sociedade Mineira de Cardiologia. “O Diretor da Sociedade nos convidou e, imediatamente, os ligantes da SUPREMA demonstraram interesse. Foi uma experiência extremamente gratificante acompanhar os alunos, observar seu nível de conhecimento, espírito competitivo e capacidade de integração”, destacou.
Ela ainda relembra um episódio marcante: “Houve uma questão em que eu e a Mariana contestamos a explicação do apresentador, porque julgamos incorreto o gabarito. Nem era uma pergunta da nossa equipe, mas foi importante sermos uníssonos em esclarecer a assertiva correta”.
A visão dos estudantes
Para os alunos, a oportunidade foi recebida com entusiasmo e responsabilidade. “Recebemos a notícia através da nossa professora Marselha, que sempre nos apoiou. Ficamos surpresos, mas determinados a representar a SUPREMA da melhor forma possível”, contou Igor.
A preparação envolveu estudos intensivos em grupo, com suporte da professora. “Organizamos encontros para revisar os principais temas em cardiologia, sempre com a orientação da Dra. Marselha, que nos guiou durante todo o processo”, ressaltaram os estudantes.
Entre os maiores desafios, a equipe destacou a estratégia de escolha das perguntas. “O mais difícil foi decidir entre arriscar questões mais complexas para acumular pontos ou optar por alternativas seguras. Essa tomada de decisão exigiu muito da equipe”, explicaram.
Ainda assim, o saldo foi extremamente positivo. “Representar a SUPREMA em um congresso nacional foi uma honra. Tivemos a responsabilidade de colocar à prova nossos conhecimentos diante de equipes de todo o Brasil, o que nos proporcionou um grande aprendizado”, disseram.

