Projeto de Extensão da Suprema retrata importância da amamentação
.jpeg)
Pensando em toda a importância da amamentação na saúde dos bebês, a Suprema mantém o Projeto de Extensão “Vamos amamentar?”, criado junto com a Liga Acadêmica de Saúde e Sociedade.
A iniciativa envolve estudantes a partir do sexto período do curso de Medicina e do quarto período do curso de Enfermagem, com a supervisão da professora médica pediatra Luciana de Freitas Ferreira.
O objetivo é orientar as gestantes e lactantes, que estão sob atendimento no Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ), acerca da necessidade da amamentação no desenvolvimento e crescimento da criança, bem como os benefícios adquiridos pela própria mãe através do ato.
As ações do projeto auxiliam ainda as recém-mães a entenderem sobre as melhores técnicas de amamentação. O intuito é de que a orientação proporcione a diminuição da taxa de desmame precoce e consequente aumento no número de bebês em aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida.
Dentre as atividades estão capacitação, orientação de gestantes e lactantes sobre amamentação, tratamentos não farmacológicos para complicações mamilares, entre outros cuidados. Além de organização de material para divulgação das informações, arrecadação de potes para doação de leite materno, elaboração de trabalho, coleta de dados e produção científica.
Segundo a professora Luciana de Freitas Ferreira, "essa intervenção direta e precoce pode ser decisiva na preservação do processo de amamentação por, pelo menos, o tempo mínimo recomendado pelos órgãos de saúde. "
Por conta da pandemia e a impossibilidade de realizar todas as atividades de forma presencial, parte do projeto continuará sendo desenvolvido de forma remota, através das redes sociais, onde as campanhas de arrecadação de donativos para o banco de leite e/ou outras instituições serão divulgadas.
Luciana ainda reforça que o "projeto de extensão complementa de forma significativa a formação dos estudantes ao proporcionar a oportunidade de aprofundar os conhecimentos em relação a um dos temas mais importantes na pediatria e aplicá-los na prática, bem como ao permitir que os participantes fortaleçam a relação médico-paciente".
A estudante do 6º período de Enfermagem e diretora do projeto, Poliana Botelho, diz que nesses dois anos atuando com orientação e auxílio a puérperas na amamentação, pôde aprender muito. Refletindo sobre a importância do projeto, ela ainda ressalta: ”tudo isso poderia ter sido evitado se essas mães tivessem tido informações e uma rede de apoio na gestação e no pós-parto. Conscientizar a amamentação não é despejar seu conhecimento em uma mãe, dizer o que ela deve ou não fazer. É analisar o binômio mãe-bebê, para identificar como atuar naquele momento . O que não podemos é deixar uma amamentação exclusiva morrer por falta de apoio e conscientização”.
.jpeg)
