Teste de Progresso do curso de Medicina: Suprema participa de avaliação simultânea
A Faculdade Suprema e mais de 150 escolas associadas e inseridas nos 18 Consórcios de Teste de Progresso, da Associação Brasileira de Escolas Médicas participam do Teste de Progresso Nacional, dia 6 de outubro deste ano. Esta será a maior avaliação simultânea neste formato para os estudantes do curso de Medicina de todo o Brasil.
Uma das escolas médicas pioneiras na implantação do teste, a Suprema considera uma avaliação fundamental para a formação dos melhores profissionais da área da saúde.
Com dois grandes objetivos - a evolução do estudante e o diagnóstico do curso - o Teste de Progresso conta com 120 questões divididas em seis áreas da graduação em Medicina: Básico, Cirurgia, Clínica, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva. Tudo isso em uma única prova para todos os períodos do curso.
A metodologia do TP é justamente para mensurar a evolução do acadêmico. Um estudante do primeiro período não vai saber o mesmo que um do 12º período. E o teste é exatamente para saber o grau do progresso ao longo do curso. É um teste transversal que mede o ganho cognitivo. Em média, o estudante do 1º período deve acertar cerca de 30% da prova. O estudante do 12º período deve acertar entre 75% a 80%. Para cada período, há uma faixa de pontuação progressivamente
Através do desempenho dos estudantes do curso de Medicina é possível avaliar uma série de situações como, por exemplo, por que ele foi mal em uma determinada questão. Com isso, identifica-se uma série de situações que revertem em melhorias. Embora o teste avalie a parte cognitiva, é considerado muito importante na medida em que permite um diagnóstico fiel das fragilidades e fortalezas do curso e do estudante em cada período.
Embora não seja uma avaliação completa, o TP é amplamente usado nacional e internacionalmente para mensurar o progresso do aluno de medicina durante a graduação. Acompanha-se a evolução do acadêmico durante os seis anos de curso. E isto tem repercussão no currículo do futuro profissional. Vale destacar que algumas faculdades conferem pontuação nos processos seletivos para Residência Médica para os alunos que participam do TP.
Nesta edição, alguns dias após a prova, cada aluno terá acesso através de login individual a sua nota e ao gabarito comentado das questões entrando neste link no site da ABEM.
O TP foi introduzido nos cursos de Medicina na década de 1970 pela Kansas City Medical School da Universidade de Missouri (EUA) e pela então University of Limburg, hoje Universidade de Maastricht (Holanda). Desde então, várias outras escolas de Medicina no mundo passaram a utilizar esse método de avaliação de forma isolada ou em associação colaborativa.
